Praia??? Só se For AgOrA!!
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Nunca tivemos maiores problemas em tomar decisões. E por sorte ou acaso, volta e meia as condições e compromissos do fim de semana de cada um ajudavam para que fecha-se todas! E foi assim que o fim de um sábado de muita festa e parceria, se transformou da sequela para o início de um ótimo fim de semana na praia.
Para entender um pouco melhor como foi essa nossa festa, vamos aos fatos:
Jogo de futebol em Linha Francesa, Barão. O sábado acabando, por volta das 17 horas ao acaso se reunem na casa da Rita em Barão o Beto, o Daniel e o Luiz. Conversa vai, conversa vem… Daniel Pipocando, Beto se controlando Schpitz de boa morrendo de inveja, e de repente a Clair, que morava na casa da Rita, volta pra casa do mercado. O vento freco da serra assoprando e ela de bermuda e regata, no meio do assunto alguém diz: “- Eai, vai ir pra praia?”
Alguem sugere: “Vamos pra praia?”
Silêncio e entreolhares…
Estava decidido: “Só se for agora!”
Como ficaria meio ruim irmos em três, a Char ligou pro Pizza e pediu se ele iria junto. Ele prontamente começou a dizer “não” “ta loko” “nao da” “vcs são lokos”,,, Mas como a gente ja conhecia muito bem o parceiro, já era, estávamos indo!!!!
Meia dúzia de roupas, uns trocos em cada carteira, cobertores e uma barraca no porta-malas do carro, estávamos indo!
Depois de duas horas de viagem, chegando à cidade de Osório, nos perguntamos aonde ficaríamos, afinal estavamos ainda “sem destino”.
Era simples, qualquer camping ou beco com um pouco mais de segurança serviria. Mas como nosso parceiro KOLL tinha casa na praia, ligamos para ele. Nós pegaríamos a chave da casa com alguma visinha para ficar, ou pelo menos acamparíamos no pátio da casa. Seria algo mais seguro.
Coincidentemente, o nosso mano estava na casa passando o fim de semana com a Claudinha.
Fechou todas! Chegamos no calçadão em Imbé por volta das 21 horas. Muito vento, muita risada, e muita parceria.
Ficamos por Imbé, demos uma banda em Tramandaí. Curtimos os punks nas calçadas fazendo um som.
Tomamos mais umas biras e fomos pra casa do KOLL.
Perdidos na quadra visinha onde ficava a casa do Koll, chegamos ao fim da rua e os faróis do carro iluminavam as ondas lá na frente. Tentando entrar na praia pra nos localizarmos melhor pelos quiosques, sentimos os pneus afundarem. Paramos e demos ré, só que foi tarde demais, já estávamos atolados. Depois de mecher um pouco pra lá e pra cá, conseguimos desatolar o carro. De volta ao carro e dando ré na saída por onde haviamos entrado. De repente uma freada, olhos fixos nas ondas que os faróis ainda iluminavam, e nosso piloto diz: “Foda-se!”
Primeira, segunda e terceira marcha aceleradas e adentramos na arreia! Se o carro para-se, nunca mais o tiraríamos dali sozinhos.
Eis que a sorte foi a nosso favor e conseguimos ultrapassar a arreia fofa e chegamos à arreia úmida, onde o carro não atolava. Muitas manobras, cavalos-de-pau e zerinhos depois, encontramos uma saída e encontramos a casa.
Na casa, acomodando-se para capotar, e após incansáveis sessões de psicologia forçada e corrompida, capotamos completamente para o “sonho dos anjos”.
No dia seguinte, churras básico, tomamos um banho de mar e voltamos para casa.
Essa história foi simples, sem maiores lesco-lesco. Só que essa história da turma é bem “a cara” da turma. Pra que ficar enrolando??
“Se a vida da as oportunidades, devemos saber proveitá-las, indiferente do sentido ou o modo que elas aparecem.”

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